GALERIA PERSONA CONTEMPORÂNEA

Selo Persona Contemporânea 01

PAULO BENTANCUR

ESCRITOR

Bem, Simone, leitores, eu tinha de escrever, inevitável. Ao menos para dar o ar da graça, e a graça da gratidão pelo reconhecimento. Um espaço tão ágil e saudavelmente febril, criativo como este, e logo eu, na arrancada ganhar o epíteto de “Persona Contemporânea”, puxa… Fiquei mais bobo do que já sou. Espero que não tenham notado.

Abraços do leitor e parceiro

Paulo Bentancur

Selo Persona Contemporânea 02

PAULO BARAOUCK

VÍDEODOCUMENTARISTA

Oi Simone

Entrei na sua revista e fiquei de boca aberta com sua proposta e iniciativa. Muito bacana e diferenciada.
E claro, fiquei honradíssimo de você me colocar como homenageado. Adorei a menção.

Saudações contemporâneas e um abraço,

Paulo Baroukh

Selo Persona Contemporânea 03

VANESSA LAMPERT

ESCRITORA

Selo Persona Contemporânea 04

MARCELO SPALDING

PROFESSOR

SELO PERSONA CONTEMPORÂNEA

Indique ou inscreva-se: parceriacontemporanea@gmail.com



Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s


CARTA AO LEITOR

Feliz ou infelizmente ninguém chega a uma certa idade sem passar pela dor e pelas perdas.

Morremos e renascemos a cada exposição à dor e fragilidade. Muitas obras e alguns estudos suscitam destas perdas e ganham forma. Renato Russo é um exemplo de artista que tem em sua obra a marca de dores e da experiência com a melancolia – culminada por uma morte quase suicida, é sobre ele nossa matéria de capa. No ano em que faria 50 anos Renato está cada vez mais presente no inconsciente coletivo – não apenas de sua geração – mas na contemporaneidade.

No Dica Curta desta edição o Músico e Professor de Literatura José Miguel Wisnik relata a dimensão aérea da palavra resultante da melancolia. Sua palestra – “Se o meu mundo caiu eu que aprenda a levitar” – proferida no Programa Café Filosófico, traça uma analogia entre melancolia e arte.

Maria Emilia Genovesi, apostando no amor, mergulhada na reflexão de que “Amar transcende os conceitos humanos da sabedoria moderna”, sai da melancolia e revela sua criatividade e amor a vida.

Nosso convidado especial Walter Rabello, trás para o Artigo Definido – diretamente de Nova York, a angústia melancólica de ver a espera da “mulher que espera embaixo da ponte”.

E você?

O que está esperando?

Boa Leitura,

Simone Costa – Editora

CINQUENTENÁRIO DO POETA

RC NO TWITTER


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.